quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

O dilema dos Engenheiros


O dilema não é só dos engenheiros, mas sobre eles, atualmente, a pressão é maior. Os engenheiros ocupam cada vez mais posições de liderança nas empresas. A questão é que deixam a escola com boa formação técnica e com ótimo pensamento lógico, mas sem jogo de cintura para lidar com as pessoas. Eis aí o grande desafio. Eles conhecem resistência dos materiais, mas se vêm às voltas com a motivação de seus times.
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Encontrar engenheiros que saibam de liderança é muito raro !
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Também dominam os cálculos de estrutura, mas têm de administrar conflitos em suas equipes. Ok, não se trata de uma catástrofe, pois os engenheiros costumam também ser bons administradores. Mas é bom lembrar que a ciência da administração tem lá suas particularidades que não podem depender só da lógica, também precisam do conhecimento específico, principalmente quando se trata de gestão de pessoas, de liderança. A responsabilidade pela formação complementar é de cada um — essa é a primeira regra e por sorte há hoje ótimas escolas de administração e negócios.
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As empresas procuram fazer sua parte. Recentemente ouvi o desabafo de um diretor de uma grande empreiteira: — Antes, um engenheiro virava gerente depois de 15 anos de casa. Atualmente, estamos tendo que promover quem tem só cinco anos ou menos. Estamos seriamente preocupados com a falta de líderes. Na ocasião lembrei-me de outra grande multinacional brasileira que teve de diminuir seu apetite por crescimento exatamente pelo mesmo motivo: falta de líderes. É verdade, jovens com formação técnica que também tenham perfil de liderança são verdadeiras moscas brancas. Para os mais atentos, esse é um momento de grandes possibilidades — é só ligar as pontas.
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Qualquer bom engenheiro sabe que o concreto armado revolucionou a construção no século 20 e permitiu a realização dos sonhos dos arquitetos. Vale lembrar que a gestão também fez sua revolução e permitiu a realização dos sonhos dos empreendedores. Afinal, administrar é possibilitar a transformação de algo abstrato em algo concreto, armado ou não. E, para isso, pessoas são essenciais..
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domingo, 7 de fevereiro de 2010

Talento para gerir talento

Sylmara, da Siemens: maioria das sucessões é suprida por talentos identificados pelo mapeamento da empresa
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Saber o que é talento, como identificá-lo e em que posição colocá-lo na empresa são ações que, malfeitas, atravancam o aprimoramento de uma boa gestão desses profissionais. Mas empresas ainda não se deram conta disso. mas outras, dão o exemplo

O cenário de crise econômica levou as empresas a se preocuparem mais com a adoção de modelos que as auxiliem na efetiva gestão do capital humano. É o que demonstra pesquisa realizada recentemente pela Mercer junto a 438 empresas. Uma boa parte das companhias ouvidas possui (39%) ou está desenvolvendo (37%) um modelo sistemático de gestão de seus talentos. O objetivo da consultoria ao realizar a pesquisa foi apresentar um panorama sobre a gestão de talentos, principalmente na América Latina - a maior parte das participantes (49%) atua no Brasil e na região (47%).

A efetiva gestão de talentos, no entanto, é algo que vai bem além de ter iniciativas nesse sentido. "Toda empresa minimamente organizada possui uma forma de lidar com seus talentos. Entretanto, quando falamos de gerenciá-los, estamos tratando de uma administração criteriosa e reflexiva, visando a melhor aplicação de um conjunto de habilidades estratégicas e do potencial de seus profissionais", diz Willian Bull, consultor da Mercer. "Encarada dessa forma, ainda há muito a se fazer para aprimorar a gestão de talentos", complementa.

De acordo com ele, uma confusão muito comum que as empresas fazem quando se trata desse assunto é tomar uma única variável para definir talento, ou seja, como sinônimo de competência, desempenho ou potencial. Na visão do especialista, para identificar os talentos no ambiente organizacional é preciso um olhar mais amplo, considerando a complexidade da companhia e a capacidade das pessoas para lidar com essa complexidade.

Mas, na prática, nossa cultura privilegia a análise de gaps quando o assunto é encontrar talentos. "Aponta mais o que falta a um determinado profissional - comparando-o a um perfil ideal - do que realça o que ele possui de melhor", comenta Bull. Segundo ele, a primeira pergunta a ser feita na análise do profissional deveria ser sobre onde seria possível aproveitar melhor o talento daquele indivíduo, onde ele poderia aplicar melhor suas qualificações e potencial e em que nível de complexidade organizacional ele realmente poderia agregar valor.

Dessa forma, o consultor afirma que, em vez se ter um olhar elitista sobre o que seja talento, é preciso indagar: talento para quê? "A grande maioria das organizações não consegue definir o que seja o talento de forma clara e compartilhada com a liderança sênior", lembra.

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domingo, 17 de janeiro de 2010

Faça as pazes com você mesmo


A saúde do profissional brasileiro anda na corda bamba. Um estudo realizado pelo Hospital Alemão Oswaldo Cruz, de São Paulo, com 32 100 executivos constatou que 76% dos entrevistados são sedentários, 63% apresentam taxas de colesterol e triglicérides elevadas e 59% estão acima do peso ideal, tanto homens quanto mulheres. Essas características elevam o risco de doenças cardiovasculares, como enfarte e derrame.
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Os níveis de ansiedade e depressão também são altos por causa da pressão por resultados e do medo de perder o emprego: cerca de 40% dos executivos brasileiros sofrem de estresse, de acordo com o Centro de Psicologia e Controle do Stress, de Campinas, em São Paulo. “A dinâmica de vida dos executivos, combinada a uma alimentação inadequada, ao tabagismo e ao alcoolismo, só agrava esse quadro”, diz Sandra Arsencio, cardiologista do Oswaldo Cruz.
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Não deveria ser assim. Ao contrário, para ter um bom desempenho no trabalho e crescer na carreira, o profissional tem de estar com a mente e o corpo no melhor estado possível. Com a saúde em dia, a pessoa pensa melhor, sente-se disposta a encarar os desafios e ainda assim fica menos cansada. Mais importante ainda, evita todos os problemas relatados anteriormente. A saída inevitável é adquirir hábitos saudáveis. É fácil fazer isso? Não, mas é necessário, para não dizer urgente, para quem é sedentário. “O primeiro passo é escutar os sinais do corpo e se colocar como prioridade número 1 para as mudanças acontecerem”, diz Sandra Arsencio.
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A decisão de viver melhor é sempre individual. “Tem que existir equilíbrio entre as dimensões de sua vida, que são: física, emocional, intelectual, social e espiritual”, afirma o médico Alberto Ogata, membro do comitê internacional do National Wellness Institute e presidente da Associação Brasileira de Qualidade de Vida. “Sem essa preocupação, não há como caminhar em direção ao bem-estar.”
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sábado, 2 de janeiro de 2010

Férias...

Olá amigos do Blog Você Executivo!!!

Feliz 2010!

No mês de dezembro completamos 1 ano de vida, e nada mais justo que umas boas férias para relaxar. Sempre digo que o profissional deve ter alguns limites estabelecidos, até mesmo para o trabalho.

Neste mês de janeiro, postarei alguns artigos sobre esse tema: Descanço.

Aguarde...

domingo, 13 de dezembro de 2009

Como Se Comportar Nas Festas De Fim De Ano Da Empresa


A consultora de imagem Sabina Donadelli ensina as pessoas, entre elas: empresários, executivos, trainees; as regras de comportamento e etiqueta em várias situações do dia-a-dia corporativo e nas reuniões sociais.
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A consultora de imagem Sabina Donadelli ensina as pessoas, entre elas: empresários, executivos, trainees; as regras de comportamento e etiqueta em várias situações do dia-a-dia corporativo e nas reuniões sociais.
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É nas festas de final de ano das empresas que muitas situações embaraçosas acontecem. Como se comportar sem se preocupar com o “day after”?
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Sabina Donadelli explica que a melhor maneira de agir é:
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- Procure chegar no horário marcado para o início da festa... os famosos quinze minutos de tolerância são permitidos, mas não vá muito além... Os atrasos deixam os organizadores ansiosos e são sinais de pouco caso. Pior ainda se você é o chefe da equipe.
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- Na hora comer seja discreta (o). Espere as pessoas hierarquicamente superiores servirem-se na sua frente.
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- Seja agradável e procure falar de amenidades. Falar mal de chefes e colegas, bem como criticar a organização nesta circunstância, é expressamente proibido (a menos que você já não se importe mais se vai ou não permanecer na empresa).
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- Evite contar estórias catastróficas e ficar falando de doenças. Em dias de festa as pessoas não querem falar destes assuntos e você poderá se tornar desagradável.
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- Se você não é acostumada (o) a tomar bebida alcoólica, não vá escolher justamente a festa de fim de ano da empresa para experimentar. Isto poderá lhe render uma bruta ressaca psicológica (que é pior que a ressaca da bebida!).
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- Cuidado com a roupa! Mesmo que aquele colega maravilhoso que você paquerou o ano inteiro for presença confirmada, lembre-se que todos os chefes, diretores e colegas também estarão por lá. Procure um visual alegre e principalmente que valorize seu estilo, mas que seja também adequado na cor, comprimento, transparência, etc.
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- Festas de final de ano são sempre uma ótima oportunidade pra você melhorar seu network. Não perca esta chance comportando-se como se estivesse na última festa da sua vida. Mesmo sendo dia festa você está no ambiente do seu trabalho.
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Sabina Donadelli
Coach de imagem, personal stylist e dá consultoria por hora, job ou pela internet www.sabinadonadelli.com.br

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Michael Porter - Uma estratégia competitiva para as empresas brasileiras

Um dos maiores especialistas do mundo em estratégia, Michael Porter abriu o terceiro dia da ExpoManagement 2009 chamando a atenção para as mudanças trazidas pela crise.
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Michael Porter abriu o terceiro dia de palestras da ExpoManagement 2009 chamando a atenção para duas coisas que estão acontecendo no momento estratégico das empresas. A primeira, explicou, é que estamos no meio de uma crise econômica e muitos setores sofreram a desaceleração. “A crise estimulou uma atividade tremenda dentro da empresa. Estamos fazendo mudanças rápidas e notáveis no jeito de fazer negócios”. Porter afirmou que nesta crise há muitos desafios e oportunidades, o que torna mais importante ter uma idéia clara e precisa de estratégia. “Isso afeta a atitude e o pensar de muitos gerentes”.
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A segunda, é que na avaliação dele, o Brasil está avançando. “Não me lembro de uma época tão promissora”, declarou, enfatizando que o País está indo muito bem. “Há uma espécie de energia no ar”. Porter afirmou que o crescimento do Brasil vai ser relativamente rápido, e o planejamento estratégico se faz importante neste momento. "Nenhuma empresa quebra por ser lucrativa demais. Mas ela quebra por crescer rápido demais", declarou. É preciso tomarmos muito cuidado com o desenvolvimento dos negócios para não andar rápido demais. As empresas brasileiras estão bem posicionadas para transformar crise em oportunidade. Isso só vai acontecer se houver clareza no pensamento estratégico.
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domingo, 6 de dezembro de 2009

Network: invista nessa rede para conseguir uma boa vaga


No cenário atual, ter a habilidade de desenvolver o relacionamento interpessoal é requisito essencial para o sucesso na vida profissional. Como a maioria das contratações acontece por meio de indicações, muitas vagas são preenchidas sem que haja a necessidade de as empresas divulgá-las no mercado. Por isso, quem sabe cultivar uma boa rede de relacionamentos – ou network, termo cada vez mais comum no mundo dos negócios – tem chances muito maiores de conseguir uma boa posição no mercado de trabalho.
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É claro que não basta apenas conhecer pessoas. Para que o network realmente seja eficiente, o profissional tem de manter contato com as pessoas, ou seja, fazer-se presente. De nada adianta ter uma rede ampla e com contatos interessantes se o relacionamento não é desenvolvido. Por isso, o profissional deve sempre contatar as pessoas que compõem sua rede, seja para cumprimentar em datas especiais, agendar encontros, repassar informações que considere úteis – claro, levando sempre em consideração os interesses pessoais e profissionais de cada um –, enfim, o importante é sempre manter a rede ativa, pois, com isso, o profissional terá a certeza de que, se precisar, certamente será lembrado.
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Vale destacar que o network deve ser usado sempre como uma espécie de parceria, na qual todos trocam informações e se ajudam mutuamente. Assim, não se pode apenas pedir favores e informações e se esquecer da reciprocidade. Esta, aliás, é a qualidade essencial para que a rede de relacionamentos funcione de forma eficiente. Portanto, esteja sempre atento às necessidades das pessoas que fazem parte do seu círculo de contatos. Demonstrar disponibilidade e interesse é fundamental para que se consiga desenvolver e, principalmente, manter os relacionamentos.
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A principal dica para ampliar a rede de relacionamentos e, consequentemente, otimizar as chances de boas indicações é que o profissional procure sempre estar onde as coisas acontecem. Investir em cursos e ir a eventos são bons exemplos disso. Nesses locais, reunem-se diversas pessoas que, além de buscar novas informações e atualizações de suas áreas de interesse, também estão interessadas em desenvolver seus círculos de contato. Portanto, invista nessa ferramenta e desfrute os benefícios que ela, certamente, lhe trará!
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Gisele Andriotti
Consultora de Recrutamento e Seleção da Ricardo Xavier Recursos Humanos
E-mail:
giseleandriotti@ricardoxavier.com.br

domingo, 29 de novembro de 2009

Liderança Feminina: as armas das mulheres para desbravar o mercado de trabalho


Podemos perceber, no mundo corporativo atual, um crescente aumento do número de mulheres em cargos de liderança. Levantamento feito pela Catho Online no começo deste ano revelou que hoje elas representam 21,43% dos cargos mais elevados (presidentes e CEOs), sendo que eram apenas 10,39% há doze anos.
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Mas existe alguma diferença no estilo de gerenciar, de liderar, das mulheres para os homens? Para Carolina Stilhano, gerente de comunicação da Catho Online, existem sim, e os motivos para isso possuem raízes bem profundas. “Desde pequenas, nós mulheres fomos criadas com a crença da família. Muito crianças, ganhamos bonecas, utensílios de casinha, bebês que choram, e neste momento aprendemos que já temos de ter muita responsabilidade ao cuidar de outros seres humanos, organizar uma casa, e muito mais. É comum em famílias onde se há meninos e meninas, as meninas ajudarem as mães nas tarefas domésticas, enquanto os meninos iam brincar com os amiguinhos. Crescemos e percebemos que o mundo é muito competitivo, e mesmo na escola, no trabalho, a mulher continua sendo a pessoa que cuida e faz várias coisas ao mesmo tempo. Somos pessoas não-lineares, enquanto os homens são mais objetivos e diretos. Tenho a impressão que, por todo este jogo de cintura, as mulheres consigam ter mais sensibilidade em perceber quando sua equipe pode produzir mais e quando não pode. Por elas serem mais emotivas que os homens, e por uma questão natural do corpo (gestação), as mulheres acabam fazendo tudo ao mesmo tempo, e de forma eficaz. Não que os homens não sejam produtivos, ao contrário, são pessoas que se complementam”, afirma ela.
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Para Bia Fioretti, diretora de criação de brand environment e trade marketing da 141 Sohosquare, agência do grupo WPP, o estilo de liderança entre homens e mulheres se diferencia na observação, na flexibilidade, na tolerância, e na capacidade de conhecer profundamente sua equipe, tanto do ponto de vista racional como emocional, e conseguir, assim, saber a capacidade que cada um tem para oferecer e desenvolver. “As mulheres conseguem perceber algumas coisas a mais. O fato de ser mulher já foi usado, muitas vezes, como uma grande desculpa, como um clichê de intolerância nas dificuldades do dia a dia, mas é o contrário: por usar a intuição e bom senso, as mulheres são profissionais que estão sempre atentas”, diz Bia. Já Carolina entende que os homens costumam ser mais objetivos, diretos, racionais e lineares, enquanto mulheres são exatamente o oposto, subjetivas, emotivas, indiretas e não-lineares. Para ela, o ideal é que os novos líderes, independente do sexo, encontrem um equilibro de atuação entre estas qualidades, pois na carreira de todo profissional haverá momentos em que é preciso ser objetivo, porém, em outros, não.
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“É muito importante ter equipes mistas. São energias diferentes de pessoas que se complementam e têm uma sinergia no trabalho. Pelo fato das mulheres também fazerem várias associações ao mesmo tempo, elas conseguem, às vezes, ter mais associações e visão de negócio, que muitos homens, em um primeiro instante, não perceberiam. Basta fazer o teste do supermercado: um homem e uma mulher precisam ir ao mercado para comprar um xampu. Certamente o homem vai ao mercado, na gôndola dos xampus, pega um, paga e volta rapidamente para casa. A mulher não, ela não consegue objetivamente comprar apenas o xampu, ou ir apenas às gôndolas dos xampus. Ela passará pelas frutas, pelos eletrodomésticos, pelos laticínios, encontrará alguém conhecido, conversará, fará alguma associação pensando no trabalho, pode até gerar algum negócio no mercado! E, obviamente demorará muito mais para retornar. O que o homem faria em 30 minutos, a mulher demorará 1 hora e meia”, completa Carolina.
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Ainda é comum pensarmos que as mulheres precisam enfrentar muitas dificuldades para chegar onde estão: precisam provar o tempo inteiro que são capazes, que podem desempenhar as mesmas funções de seus parceiros do sexo oposto com a mesma eficiência, e enfrentar concorrência. Porém, tanto Bia quanto Carolina garantem que não é bem assim. “Eu não sinto essa diferenciação por sexo há muitos anos. Porém, para mim foi vital ter encontrado um nicho de trabalho tão específico, porque ser uma mulher, com 47, e trabalhar com criação publicitária (onde o perfil de profissionais é muito jovem), é um grande desafio. Para mim, o desafio e a competitividade são maiores na reciclagem, em manter-me na vanguarda, em me fazer ser respeitada diante da diversidade dos novos meios de comunicação, dos novos profissionais, do que das pessoas da minha geração. Meu maior desafio está na idade, e não no sexo”, completa Bia.
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A conquista do sucesso profissional também parece ser um pouco diferente para mulheres e homens. Antes de dinheiro, cargos e status, mulheres tendem a pensar mais em realização profissional. Carolina diz que, para ela, sucesso profissional é fazer aquilo que se ama. Se um profissional não tem relevância pelo seu trabalho, se nada daquilo que faz é importante para ele, certamente não chegará a lugar algum. “Deve ser horrível acordar todas as manhãs e ir para um lugar do qual você não gosta. Não gosta das pessoas, não gosta do trabalho, não se habitua com nada daquilo. Quando realizamos algo que nos dá prazer, que realmente é relevante para nós, tudo fica mais fácil. Isto sim é alcançar o sucesso profissional. O restante, como dinheiro, status, benefícios e amigos, é consequência. Conheço pessoas que trocaram toda a loucura e o estresse da cidade grande para montar um pequeno negócio na praia, e são muito felizes. Assim, como também conheço faxineiros e lixeiros que limpam as ruas e os ambientes com o sorriso estampado no rosto. Nós queremos é ser felizes, e, para isto, precisamos encontrar aquilo que nos faz feliz. Este é o grande caminho. Aí está o segredo. Portanto, a culpa não é do governo, não é do seu chefe, não é da empresa, não é de ninguém. A culpa é somente sua. Não gosta do que faz? O que te impede de mudar? Não gosta do seu chefe? Demita-o! A empresa que você trabalha, na verdade não era a empresa que você gostaria de trabalhar? Então vá atrás da empresa dos seus sonhos. A empresa só te usa? Comece a usá-la também! Ou ainda se seu grande sonho é ter uma profissão totalmente diferente desta, o que o impede? O sucesso profissional quem faz é você, portanto mãos à obra!!!”, finaliza Carolina.
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O perfil da executiva brasileira
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Segundo um estudo da Caliper, consultoria global em gestão estratégica de Talentos, em parceria com a HSM, executivas mulheres são muito mais persuasivas, assertivas, empáticas, flexíveis e dispostas a se expor a riscos do que líderes masculinos.
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Para atingir a liderança, a pesquisa revelou que o obstáculo mais citado pelas entrevistadas foi ter que provar sua competência (42%). Conciliar família e trabalho, um dos mitos mais presentes ao se falar de desenvolvimento de carreira das mulheres, provou ser o item que menos interfere no alcance da liderança, com apenas 3% de citação.
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As principais diferenças entre o estilo de gestão feminino e masculino, apontados pela Caliper, foram:
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- a mulher busca mais o bem estar das pessoas (é mais maternal), enquanto o homem é muito mais orientado a si próprio (25%);
- a mulher consegue administrar inúmeras atividades, olhar tudo de forma mais ampla, enquanto o homem é mais focado e objetivo. Porém, a mulher sabe quando é necessário focar (15%);
- a mulher é muito mais intuitiva (13%); - a mulher é mais humana, dócil e usa mais a emoção. Os homens são mais frios, práticos e calculistas. O homem é mais focado no poder (12%);
- a mulher é mais detalhista (8%);
- a mulher é mais ágil e tem maior facilidade na tomada de decisão (5%);
- a mulher tem mais flexibilidade (5%);
- sob o ponto de vista de negócio, são equivalentes, não há diferenças (5%);
- a mulher tem uma capacidade de ver e ouvir maior do que a do homem (3%);
- a mulher tem mais paciência para esperar resultados em longo prazo (3%);
- a mulher consegue buscar o que cada profissional tem de melhor (2%);
- a mulher dá mais voltas para chegar onde quer, é menos direta (2%);
- a mulher, frente a um problema, respira, pensa e consegue buscar soluções. Homem é mais ansioso na mesma situação (2%).
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