segunda-feira, 20 de abril de 2009

Na crise não é elegante falar sobre o quanto se gasta


Na ultima sexta-feira durante um jantar entre amigos um dos papos foi sobre a necessidade geral de diminuir os gastos.

Para os presentes, explicitar no dia-a-dia falta de controle do dinheiro ou excesso de despesas inúteis não é mais elegante. Segundo alguns que lá estavam, viver de forma espartana é a grande sacada do momento.

Mas o que significa exatamente viver de forma espartana é que foi complicado de definir. No final, depois de muitos pontos conflitantes, chegou-se a conclusão que é viver sem mostrar o quanto se gasta ou seja “ficar na moita”.

Por exemplo, para os felizardos que sempre gastaram muito e não perderam nada na bolsa de valores o correto hoje é baixar a bola, pelo menos fora de casa. Ou seja, a pessoa continua gastando o que gastava mas não fica contando e mostrando para todo mundo que ainda esta podendo.

Quando se deixa de olhar para a situação financeira dos que estão a nossa volta, corre-se o risco de cometer indelicadezas mortais, como por exemplo convidar um amigo para fazer uma viajona quando ele acabou de perder o emprego ou deixou de conseguir o aumento prometido por contenção de verbas da empresa.

Conclusão: Em épocas de crise precisamos tomar cuidado para não humilhar ou magoar quem não está com a mesma sorte. Por isso, não contar vantagens ou falar sobre gastos e bens recém adquiridos é mais do que simpático e prudente, alem de angaria muitos pontos positivos.

Lícia Egger Moellwald, www.etiqueta-corporativa.com.br

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